Em 1995 iniciou a atribuição dos "Lemes do Ano" com o objectivo de homenagear diversas personalidades ou entidades que em cada ano se tenham distinguido em diversas áreas. Os primeiros "Lemes", referentes ao ano de 1994, foram entergues a: Jornal "O Ilhavense" (Leme da Cultura) e Professor Carlos Cabral (Leme do Desporto).
Através da Secção Cultural da ACD "Os Ílhavos" editou os livros de "Da minha Terra e do seu Povo" de Quintino Teles, "Cravos com espinhos" de Geraldo Alves, "Os espelhos da Água" de Augusto Nunes e "Vista Alegre, a minha terra" de João Esteves de Almeida.




Com Manuel Rocha Carneiro publicou regularmente em "O Ilhavense", em 2005 e 2006, uma coluna de opinião com o título "Nortadas".

Em Junho de 2006 esteve na organização de mais uma iniciativa de divulgação de Autores Ilhavenses sob o título "Os Autores à Mesa do Café":

Com Geraldo Alves fez durante anos na Rádio Terra Nova o programa "Porque hoje é sábado" sobre o qual escrevi em "O Ilhavense" de 1 de Junho de 2007:

Este pequeno vídeo feito artesanalmente por mim (com muitos defeitos) é apenas uma nota breve de homenagem ao João Balseiro. Além das fotografias (do André Neto, do Carlos Alberto Rocha e do Carlos Duarte e minhas), utilizei como banda sonora um fragmento do programa "Porque hoje é sábado" transmitido no dia 15 de Fevereiro de 2003 na Rádio Terra Nova.
3 comentários:
Este trabalho de "divulgação dos amigos", feito assim, com a claridade que só a amizade gera, é muito bonito!
Abraço
Já o disse, mas não é de mais repetir: o João é o mais fiel guardião das nossas memórias, que é coisa que não tem preço. E é também um resistente ao cinzentismo como há poucos. Gosto de te ver aqui, entre amigos, que é onde a rapaziada se sente bem. Um abraço, grande companheiro!
Bem, como parece que o meu comentário desapareceu devido aos insondáveis mistérios da internet, deixo aqui o essencial - um grande abraço para o João, o mais zeloso guardião das nossas memórias colectivas (e algumas individuais) e um homem que não desiste de ser livre. Força João!
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