sexta-feira, 28 de agosto de 2009

johnwaynes - libertango

Astor Piazzola (1921-1992),
um dos mais importantes "bandeonistas" e compositores de tango,
é o autor de "Libertango",
uma composição das mais divulgadas a nível mundial desde a sua publicação em disco em 1974.
Jêpê (João Pedro Vieira da Silva) e Mr. Beat (António Bastos)
criaram o projecto "JOHNWAYNES"
e lançaram recentemente um disco com a sua interpretação de "Libertango".
Deixo-vos o endereço por onde podem navegar para melhor conhecer este projecto:
e convido-vos a ver e ouvir o seguinte vídeo:




quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Casimiro Madail, o jogo de luz e sombra




Casimiro Madail, nascido no Bonsucesso (concelho de Aveiro) reside em Ílhavo há cerca de trinta anos. Para lá da sua actividade profissional, tem vindo, desde há longo tempo, a dedicar-se à fotografia com um interesse muito especial pel preto e branco.


Participou em diversas exposições colectivas e realizou várias exposições individuais:


2008 - Biblioteca Municipal de Ílhavo

2007 - Museu Municipal de Vouzela; Casa da Cultura em Santa Comba Dão; Casa
Municipal da Cultura, Mêda; Diana Bar (Biblioteca), Póvoa de Varzim.

2006 - Posto de Turismo de Mangualde; Biblioteca Municipal de Portalegre; Biblioteca Municipal de Mangualde; Biblioteca Municipal de Aguiar da Beira; Centro Cultural Municipal de Bragança; Sala do Governador na Fortaleza, Peniche; Galeria
da Biblioteca Municipal de Leiria; Termas de Monfortinho; Museu Municipal de
Vouzela.

2005 - Museu Etnográfico da Praia de Mira; Cine-Teatro Caracas e Art'em Cadeia, em Oliveira de Azemeis; Museu Marítimo de Ílhavo.

2004 - Casa Municipal da Cultura de Seia; Casa da Cultura de Mora; Cine-Teatro
Caracas, Oliveira de Azemeis; Posto de Turismo em Constância; Centro Cultural da Torreira.

2003 - Museu Marítimo de Ílhavo; Centro Cultural da Torreira; Teatro Aveirense
































quarta-feira, 5 de agosto de 2009

De novo Carlos Duarte





Não vou repetir o que disse neste mesmo blog em 15 de Janeiro de 2008 (como podem rever...). Apenas quero deixar-vos mais umas fotografias de Carlos Duarte, aproveitando o facto de ter aberto ontem uma Exposição na Residencial Azevedo, na Costa Nova, que pode ser apreciada até 30 de Setembro.























domingo, 2 de agosto de 2009

Viriato Teles, entre Ílhavo e Lisboa

Jornalista, Poeta, Escritor,
Viriato Teles vive em Lisboa, mas nasceu em Ílhavo em 27 de Março de 1958.

Conhecemo-nos há muitos anos quando andávamos entretidos com o sonho de um dia acordar num país de liberdade.

Sei que ainda hoje sonha, apesar das palavras que por vezes vão reflectindo tristezas e angústias.






Sobre a sua biografia, o seu curriculum profissional e a sua obra publicada, poderá ser consultada a sua página de que indicarei o endereço mais adiante. De qualquer modo, vale a pena relembrar que em Maio de 2003 ainda existia um "site" da responsabilidade de Fernando Matos, com o endereço Http://www.terravista.pt/mussulo/3830.

Deste "site" guardei cópia de uma página escrita por João Balseiro:











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Em 1998 publicou, numa edição da Estante Editora, o livro de poemas "MARGEM PARA DÚVIDAS".




Deste livro deixo-vos um poema de 1985:



BILHETE PARA GERALDO ALVES MEU AMIGO E POETA



"Ainda sei beijar.
E amanhã?"


Não sei se te lembras uma tarde e um poema
o mar ali ao pé
e nós. As noites
todas que vivemos
cantigas novas e um gargalhar
de esperança
na berma da inquietação.
As noites
e as estrelas
o rio por nossa conta
e um desejo ébrio a cavalgar as ruas
do mistério. Suavemente
não sei se te lembras.
O café do costume evoluiu (dizem-me)
e fez-se instituição
de crédito
decrépito
e respeitável.
Até as estrelas são diferentes
desde que alguém foi espreitar
e matou os nossos segredos. Só
o mar contonua como foi:
imenso e medonho e belo
como os versos tolos que esctrevíamos.
Não sei se te lembras.


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Dos livros publicados, deixo-vos outros títulos:


- "ZecaAfonso: As voltas de um Andarilho" - Edição Ulmeiro, Lisboa,1999
- "Bocas de Cena" - Edição Campo das Letras, Porto, 2003
- "Carlos do Carmo, do Fado e do Mundo" - Edição Sete Caminhos, Lisboa, 2003


Em 2005 publicou o livro "Contas à vida - Histórias do tempo que passa" (Edição Sete Caminhos, Lisboa). O jornal "O Ilhavense", na sua edição de 10 de Dezembro de 2005, deu o devido realce:






Da introdução que escreveu neste livro transcrevo um breve excerto:



"Desde já confesso: sou culpado. Culpado de ter vivido intensamente o 25 de Abril e os dias levantados que se seguiram. Estava em Ílhavo, quando tudo começou, mas ninguém é perfeito. Era jovem e pensava. Éramos imortais e não queríamos perder tempo. Queríamos o mundo e tínhamos o mundo. Em ano e meio, fizemos de um país tristonho uma pátria onde valia a pena sonhar. E sonhámos, e vivemos horas que ninguém nos tira. Depois, a vida real impôs-se e mostrou-nos que há um preço para tudo, até para os sonhos. Pagámos por isso, e muitos de nós continuam a pagar. E, afinal, qual é o preço da nossa culpa? Quisemos ser felizes. E isso é crime?"

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Ainda em 2005 publicou "A Utopia segundo Che Guevara"
(Edição Campo das Letras, Porto)




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Para melhor conhecer Viriato Teles poderá visitá-lo em:

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Senos da Fonseca, a rebeldia da insatisfação



Decidi arriscar-me e abrir a pequenez deste "blog" ao mar sem sossego do sempre inquieto Senos da Fonseca. Será apenas uma brevíssima referência feita sobretudo da imagem que dele tenho, desde há muitos anos, de eternamente insatisfeito combatente por causas de democracia e liberdade.


Navegador incansável de viagens intermináveis, com rumos nem sempre perceptíveis ao comum dos homens de terra, como muitos de nós, sempre assim o conheci sem exactamente o conhecer nas limitações que me reconheço ... ( Já o imagino a sorrir, com a ironia fácil de quem sofre a imensa sede de futuro, e a dizer num sussurro mal contido: este agora deu em pensar que também é poeta).


Eu sei que isto é quase nada, mas tenho a certeza que cada um dos leitores deste esboço não vai resistir e vai sair à procura das palavras e das imagens que já se pressentem para lá destes endereços de blogs e títulos de livros.

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Do perfil apresentado pelo próprio Senos da Fonseca em

que certamente consultarão na totalidade,

sublinho apenas os graus académicos e as publicações editadas:



Graus Académicos - Curso de Engenharia Mecânica da U. P.
- Engenheiro Maquinista Naval



Publicações Editadas:

Artigos Profissionais (vários)

"Edição do Blog Terra da Lâmpada – 2007"

"Ílhavo Ensaio Monográfico Séc X – Séc XX"

"Ângelo Ramalheira - O Rigor Científico numa Personalidade de Eleição"

"Filinto Elísio"

"Guilhermino Ramalheira - O Discurso da Paixão"

"Nas Rotas dos Bacalhaus"

"Alexandre da Conceição - Poeta da Terra Absurda"

"Blog Vol. I, II, III, e IV"


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Em 1969 como Presidente da Direcção do Illiabum Clube fez parte da organização de um programa ilhavense chamado VIP-VIP que João Aníbal Ramalheira regista na sua página http://ramalheira.no.sapo.pt/ no tema "Revistas e Espectáculos" da seguinte forma:


"Foi uma réplica Ilhavense ao conhecido Zip-Zip! O primeiro programa realizou-se no Salão Paroquial em 15 de Novembro de 1969 pelas 21.45 H. Era organizado por um grupo de jovens Ilhavenses e pelo Illiabum Clube. Senos da Fonseca, Vítor Menício e Manuel Teles, encarregavam-se das entrevistas e a parte musical estava a cargo do conjunto J4 (João Paulo, João Madalena, João Aníbal e João Nunes Madalena). A parte humorística era redigida por um trio responsável por muitos espectáculos realizados na altura: João Madalena, Guilhermino Ramalheira e Vitor Menício. Passaram pelo Vip-Vip, José da Velha, Vieira da Silva, António Serrão, Vítor Barateiro, João Marques Ramalheira, Paulo Lemos, Maria Filomena (padeira de Vale de Ílhavo), José Vidal, Frederico de Moura, Bélinha e Manuel José Craveiro e outros. As receitas obtidas eram destinadas a Instituições como a Casa da Criança, Museu de Ílhavo, etc..Pensamos que só foram realizadas três sessões, em virtude de uma queixa anónima apresentada à Direcção Geral dos Espectáculos. O êxito obtido pelo Vip-Vip começou a retirar público aos outros espectáculos e tudo ficou por aqui."



O Diário de Lisboa de 17 de Novembro de 1969

sublinhava que no VIP-VIP

tinham sido "focados problemas da região":



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Fez parte da Comissão Nacional do 3º. Congresso da Oposição Democrática que se realizou em Aveiro de 4 a 8 de Abril de 1973 :









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Desde Janeiro de 2004 que se tem dedicado à construção de diversos "blogs"
dos quais se destacam:

http://www.wwwlampada.blogspot.com/;


http://terralampada.blogspot.com/;


http://www.nauportugal.blogspot.com/;


http://www.200anosdacosta-nova.blogspot.com/



por onde poderemos entrar a partir do novo cais com o endereço:



http://senosfonseca.com/




Entre palavras muitas vezes carregadas de ironia e de amargura, tem procurado manter acesa a velha ideia de fazer deste seu Ílhavo a Terra dos sonhos de que teima em não desistir. Polémico como insistentemente sabe ser, não se deixa calar nem pela força dos ventos mais ou menos nocturnos, nem pelo cantar cinzento das ondas das marés, aparentemente vivas, com que, ao longo dos anos, o têm tentado desviar da persistente viagem rumo ao porto que um dia imaginou e onde quer teimosamente ancorar.



"Alimento-me desta inquietação. Se for derrotado a meio da subida da montanha, é lá que fico: nunca cá em baixo a olhar para a montanha, a pensar que a mesma é inacessível. Nem que seja a acalentar a fantasia, quando descorçoo da realidade. " (págs. 20/21 do vol. V da "Terra daLâmpada").

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Em 2005 publicou "Nas Rotas dos bacalhaus do Séc. IX ao Séc. XVI"









Melhor do que tentar convidar-vos (para quem ainda não o conhece) a viajar pelo livro de Senos da Fonseca, vivendo a aventura em que consegue transformar esta "rota dos bacalhaus",

será deixar aqui as palavras que o Autor dirige ao leitor na "Introdução":













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Em 15 de Junho de 2007 procedeu ao lançamento da sua obra

"ÍLHAVO - ENSAIO MONOGRÁFICO DO SÉC. X AO SÉC. XX"



(excerto do Prefácio)







Não sendo este despretensioso "blog" qualquer espaço de especialidade de qualquer área, não seria, naturalmente de esperar, que eu (que para tal nem sequer tenho as necessárias competências) aqui viesse fazer qualquer tentativa de análise ou crítica da obra "ÍLHAVO, Ensaio Monográfico do Séc. X ao Séc. XX".
Mas penso que posso afirmar, sem receio de cometer qualquer erro por exagero, que nunca mais se poderá realizar qualquer estudo sobre as Terras e as Gentes de Ílhavo sem consultar obrigatoriamente este trabalho de investigação, que o Senos da Fonseca conseguiu transformar num volume de factos e de imagens, em que se sente a paixão pelo conhecimento do que fomos para melhor compreender o que somos, e descobrirmos os caminhos mais adequados para construirmos um futuro que nos liberte, sem nos atraiçoar a riqueza da seiva que nos invadiu desde as raízes.


Do "Prefácio" escrito pelo próprio Senos da Fonseca atrevo-me a transcrever:


"... Não sei se as novas gerações vão procurar o futuro baseando-se numa identidade que veio de trás, de muito longe. Quero acreditar que sim... À cautela, deixo-lhes o meu testemunho do que fomos, não para que acreditem, mas para que o discutam. "
para que esta terra não seja só lugar de estar, mas de ser
. "

domingo, 1 de junho de 2008

João Aníbal Ramalheira, a memória para o futuro



Confesso que tenho dias em que não resisto em convencer-me que sou um indivíduo com sorte. Eu sei, eu sei que é a idade a avançar e eu a deixar que a emoção me perturbe a rigidez do pensamento que teimosamente aprendemos que não se deve desviar do racional sob pena de errarmos diagnósticos sucessivamente.

Mas hoje tenho uma boa desculpa para me deixar de fingimentos ... Decidi reencontrar-me a sudoeste com o meu velho amigo João Aníbal Ramalheira e aproveitei o pretexto para lhe "roubar" uma fotografia de um conjunto de jovens que conheci exactamente na sala de aula da antiga 4ª. classe do Professor Rogério. Porque (e aqui começou a dita sorte) o saudoso Professor pediu-me que colaborasse com ele e fosse para aquela sala durante uns poucos dias do final do ano lectivo "tomar conta" dos "putos" (de que fazia parte o meu irmão). E aprendi tanto com eles que ainda hoje me acontece vezes demais pensar que sou mais novo do que de facto sou.

( João Graça, Vasco Bilelo, José Paulo, João David, Jorge Bizarro, João de Oliveira, Paulo Nordeste, João Cândido Agra, António Marques Silva, Rui Santos, J. Aníbal e Manuel Machado)

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"João Aníbal Maia Marques Ramalheira nasceu em Ílhavo em 7 de Março de 1953. Embora o seu sonho de menino fosse ser Professor do Ensino Primário como seu Pai (e mais tarde seu irmão) é, desde 1978, Professor do Ensino Profissional Agrícola, estando há vários anos estreitamente ligado à história da EPAV (Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Vagos) quer em funções docentes quer como membro do Conselho Executivo."

Em finais dos anos 60 formou com João Paulo, João Madalena, e João Nunes da Madalena o conjunto musical "Jota 4" que mais tarde se transformaria no "Jota 4+1" com a entrada de Vasco Bilelo. Nos anos 70 continuou como baterista no conjunto "Jakarandá" (de que fazia parte também Paulo Lemos).



Em 1973 com alguns amigos ("... dos quais se destacavam José Paulo Vieira da Silva, João José Figueiredo e José Peixoto...") "animou as tardes de domingo no Jardim Henriqueta Maia com o programa "ORBITRAL 2 S" transmitido da Cabine de Som da chamada Agência Técnica" (por cima dos antigos serviços do CTT) ... Ainda estávamos longe das Rádios Locais...




Mas esta "vocação" da "Rádio" nunca mais o abandonou:

Com Manuel Teles e João Madalena fez (na Rádio Terra Nova) uma série de 100 programas radiofónicos, sob o título “Recordar é viver”, englobados no centenário dos Bombeiros Voluntários de Ílhavo.


E ainda hoje continua ligado à Rádio sendo responsável com Nelson Teles pelo programa “Flor de liz” (às segundas à noite na Rádio Terra Nova e aos sábados de manhã na Rádio Voz de Vagos).

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Tem vindo desde há alguns anos a divulgar um conjunto precioso de informação sobre o mundo cultural ilhavense, sobretudo da primeira metade do século XX, desde teatro, revista, e outro tipo de espectáculos, e outros acontecimentos que vale a pena rever com pormenor e demoradamente na sua página na internet com o endereço http://ramalheira.no.sapo.pt/.


As breves referências, transcrições ou cópias, que aqui vou deixando, apenas pretendem servir de pretexto para que procurem, nessa página e no jornal "O Ilhavense", o muito da riqueza de imagens, notícias e curiosidades relativas a pessoas, factos e lugares deste nosso Ílhavo.
Porque dessa visita vão poder verificar que a pouco e pouco se pressente a "alma" que hoje tantas vezes se vai aparentemente esquecendo na pressa das chamadas requalificações ditas arquitectónicas.






Já desde 1998 que tinha, entretanto, iniciado um importante trabalho de pesquisa sobre músicos ilhavenses, organizando, com a sensibilidade e o rigor que lhe são característicos, toda a informação disponível, e tornando-a pública através da já referida página com o endereço http://ramalheira.no.sapo.pt/ e nas páginas do jornal "O Ilhavense"











Apenas me resta um apelo ao João Aníbal, que parece tão lógico que quase seria desnecessário:
publica em livro (um primeiro de vários que poderás publicar...)
muita desta informação que já recolheste e organizaste.
Alguns dos que se vão encontrando neste pequeno recanto a sudoeste estarão seguramente disponíveis para colaborar contigo na edição que já se vai tornando urgente.


sábado, 17 de maio de 2008

Os LEMES


Aproveitando a referência feita anteriormente a João Balseiro e ao seu importante papel desempenhado na Secção Cultural da ACD "Os Ílhavos" (com a colaboração, entre outros, de Adélio Simões) aproveito para deixar aqui registados todos os "Lemes" atribuídos desde 1994:


1994


Cultura - Jornal O Ilhavense
Desporto - Prof. Carlos Cabral


1995

Desporto - Manuel Rocha
Director do Ano - José Eugénio
Música - João da Madalena (pai)
Pintura - Coronel Cândido Teles
Poesia - Augusto Nunes
Reportagem - Carlos Duarte
Sócio do Ano - Luís Rosário
Teatro - Grupo Ribalta


1996

Desporto - Nuno Barreto
Director do Ano - Não atribuído
Honra - Eng. Jorge Cunha
Música - Artur Ramisote
Pintura - Marcos Sílvio
Poesia - J. Quintino Teles
Política - Armando Calisto ( Presid. Ass. Municipal )
Rádio - Flor de Liz – João Aníbal / Nelson Teles
Reportagem - Faina Maior – Cap. Francisco Marques e Dra. Ana Maria Lopes
Sócio do Ano - Mário Matias
Teatro - A Tulha

1997


Artes Plásticas - Fernando José Morgado
Comunicação Social - João Manuel Madalena
Desporto - Teresa Machado
Director - Francisco Oliveira
Honra - José Eugénio
Instituições - Casci – Centro de Acção Social concelho Ílhavo
Literatura - António Santos Redondo (João Mulemba)
Música - Vieira da Silva
Sócio do Ano - João Balseiro
Teatro - João Esteves de Almeida

1998

Artes Plásticas - Galeria A Grade
Comunicação Social - João Balseiro / Vasco Bilelo
Desporto - Augusto Pereira
Director do Ano - Paulo Matos
Honra - Ismael Grilo
Instituições - Fundação Prior Sardo
Literatura - Cecília Sacramento
Música - Paulo Lemos
Sócio do Ano - José Barreto
Teatro - João dos Anjos
1999

Artes Plásticas - António Neves
Associações - Banda dos B. Voluntários de Ílhavo – Música Nova
Comunicação Social - José Carlos Sá
Desporto - I.A.C. – Ílhavo Andebol Clube
Director do Ano - Não atribuído
Especial Comissão - César Rosado
Honra - João Roque
Instituições - Património dos Pobres
Literatura - Viriato Teles
Música - Vasco Bilelo
Sócio do Ano - José Ferraz
Teatro - G.R.A.L. – Grupo Recreativo Amigos da Légua
2000

Artes Plásticas - Samuel Corujo
Comunicação Social - Rádio Terra Nova
Desporto - Grupo Desportivo da Gafanha
Director do Ano - Não atribuído
Honra - Diana Teixeira
Instituições - G.N.R. – Ílhavo
Literatura - Ascêncio de Freitas
Música - António Machado
Política - Dr. António Pinho
Sócio do Ano - Filomena Ferreira
Teatro - Júlio Mergulhão
2001


Artes Plásticas - Adélio Simões
Comunicação Social - Discurso Directo
Desporto - Carlos Gouveia
Director do Ano - António Almeida e Felisberto Teixeira
Especial Comissão - Rancho Regional da Casa do Povo de Ílhavo
Honra - Dankal
Instituições - Assoc. Humanitária B. V. Ílhavo
Literatura - Clara Sacramento
Música - Óscar Marcelino da Graça
Política - José Agostinho Ribau Esteves
Sócio do Ano - Francisco Oliveira
Teatro - Duarte Zé
Uma Vida e Uma Obra - Sílvia Sacramentro
2002

Artes Plásticas - Júlio Pires
Comunicação Social - Carlos Teixeira
Desporto - José Ançã
Director do Ano - Não atribuido
Especial Comissão - Sara Reis Silva
Honra - Dr. Jorge Tadeu
Instituições - A . R.C. Chio-Pó-Pó
Literatura - Vieira da Silva
Música - Adélio Simões
Política - Prof. João Bernardo
Sócio do Ano - Fernando José Morgado
Teatro - Escola E.B. Gafª da Nazaré
Uma Vida e Uma Obra - Américo Teles / Mário Castrim


2003

Artes Plásticas - Joaquim Filipe
Comunicação Social - José Torrão Sacramento
Desporto - Sara Pinho
Directo do Ano - Não atribuído
Especial da Comissão - João Aníbal Ramalheira
Instituições - C.N.E. – Agrupamento 189
Leme de Honra - Arlindo Valente Domingues Prina
Leme de Honra - Rui Lino Abreu da Silva
Leme de Honra - João Cândido da Rocha Bernardo
Leme de Honra - José Gomes da Silva
Leme de Honra - Joaquim Gomes da Silva
Leme de Honra - José Guilherme Martins da Silva
Leme de Honra - José Fernando Abreu da Costa
Leme de Honra - João Baptista Leite de Freitas
Leme de Honra - Victor Manuel Ribeiro Marçalo
Leme de Honra - Duarte Lindorfo Freitas Ferreira
Leme de Honra - João de Sousa Garcês
Leme de Honra - Carlos Manuel Santos Ferreira
Literatura - Geraldo Alves
Música - Banda B.V. Ílhavo (Música Nova)
Política - Junta de Freguesia da Gafª do Carmo
Sócio do Ano - César Rosado
Teatro - Graça Belo
Uma Vida e Uma Obra - João Carlos Celestino Gomes


2004


Artes Plásticas - João Carlos Mouro
Comunicação Social - Maria José Santana
Desporto - Equipa Juvenis Atletismo ACD Os Ílhavo
Director do Ano - não atribuído
Especial Comissão - Domingos Lopes
Honra - José Agostinho Ribau Esteves
Instituições - Santa Casa da Misericórdia de Ílhavo
Literatura - Domingos Freire Cardoso
Música - Jorge Ferreira
Política - Eduardo Conde
Sócio do Ano - não atribuído
Teatro - Guilhermino Figueiredo Ramalheira
Uma Vida e Uma Obra - D. Júlio Tavares Rebimbas

2005


Artes Plásticas - Ferreira de Almeida
Comunicação Social - Fernando Martins
Desporto - Diogo Carvalho
Director do Ano - Carlos Roque
Especial Comissão - Dr. Álvaro Garrido
Sócio de Honra - Dr. João Resende
Instituições - Amigos da Terra da Praia da Barra
Literatura - Catarina Resende
Música - Jacinta
Política - Não atribuido
Sócio do Ano - Eng. Carlos Torrão
Teatro - Teresa Silveirinho
Uma Vida e Uma Obra - Dinis Gomes


2006


Artes Plásticas - não atribuído
Comunicação Social - não atribuído
Desporto - não atribuído
Director do Ano - não atribuído
Especial Comissão - não atribuído
Honra - Engº Fernando Caçoilo
Instituições - não atribuído
Literatura - não atribuído
Música - não atribuído
Política - não atribuído
Sócio do Ano - Carlos Sousa
Teatro - não atribuído
Uma Vida e Uma Obra - não atribuído

terça-feira, 13 de maio de 2008

João Balseiro, a batalha incessante contra o esquecimento

O meu Amigo João Balseiro, adepto incondicional do campeão FCP, tem uma obsessão incurável: evitar que se percam, nos desvios do quotidiano cinzento, as palavras, as músicas, as imagens, os desenhos, as aguarelas, os óleos, as esculturas, ou seja lá o que for, que as mulhres e os homens que ele vai conhecendo mais de perto ou mais de longe, tenham criado ou venham a criar.



Para esta brevíssima referência aproveito umas notas biográficas que Fernando Matos publicou numa sua página cujo endereço era http://www.terravista.pt/mussulo/3830 e de que fiz cópia em 7 de Maio de 2003 :




Em 1995 iniciou a atribuição dos "Lemes do Ano" com o objectivo de homenagear diversas personalidades ou entidades que em cada ano se tenham distinguido em diversas áreas. Os primeiros "Lemes", referentes ao ano de 1994, foram entergues a: Jornal "O Ilhavense" (Leme da Cultura) e Professor Carlos Cabral (Leme do Desporto).


Através da Secção Cultural da ACD "Os Ílhavos" editou os livros de "Da minha Terra e do seu Povo" de Quintino Teles, "Cravos com espinhos" de Geraldo Alves, "Os espelhos da Água" de Augusto Nunes e "Vista Alegre, a minha terra" de João Esteves de Almeida.





















Foi um dos que mais insistiu para que eu publicasse o meu único livro "Marginal, poemas breves e cantigas", tendo colaborado activamente na sua organização (apesar da edição ter sido efectuada pela Discantus/MC) e foi ele que apresentou e orientou a sessão de lançamento em 29 de Novembro de 2002.










Com Manuel Rocha Carneiro publicou regularmente em "O Ilhavense", em 2005 e 2006, uma coluna de opinião com o título "Nortadas".










Em Junho de 2006 esteve na organização de mais uma iniciativa de divulgação de Autores Ilhavenses sob o título "Os Autores à Mesa do Café":




Com Geraldo Alves fez durante anos na Rádio Terra Nova o programa "Porque hoje é sábado" sobre o qual escrevi em "O Ilhavense" de 1 de Junho de 2007:




Este pequeno vídeo feito artesanalmente por mim (com muitos defeitos) é apenas uma nota breve de homenagem ao João Balseiro. Além das fotografias (do André Neto, do Carlos Alberto Rocha e do Carlos Duarte e minhas), utilizei como banda sonora um fragmento do programa "Porque hoje é sábado" transmitido no dia 15 de Fevereiro de 2003 na Rádio Terra Nova.